A discussão ganhou força após a morte da elefanta Haisa, companheira de Sandro por cerca de 20 anos no zoológico, em 2020. Desde então, órgãos de proteção animal passaram a defender a transferência do elefante para um ambiente com mais espaço e estrutura voltada especificamente ao cuidado da espécie.
Rotina no santuário
O Santuário de Elefantes Brasil explicou como funciona a rotina no espaço, que segue diretrizes técnicas de manejo e proteção dos animais. Veja abaixo:
- Estímulo à autonomia: Os animais têm liberdade para decidir quando e onde querem caminhar, banhar-se nos lagos ou descansar, desenvolvendo rotinas próprias.
- Redução do estresse do cativeiro: A oferta contínua de estímulos visuais, olfativos e de espaço reduz comportamentos repetitivos (estereotipias) causados pelo tédio e pelo confinamento prolongado.
- Equipe multiprofissional: O acompanhamento é feito diariamente por veterinários, biólogos e tratadores especializados na reabilitação de grandes mamíferos.
- Segurança e regras de manejo: Os recintos mantêm separações técnicas por espécie e gênero, respeitando a organização social natural dos animais e cumprindo as normas ambientais de licenciamento, que proíbem a reprodução de espécies exóticas em cativeiro.
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