Bruno também confirmou que há indícios da participação de outras pessoas no assassinato. Entretanto, decidiu manter sob sigilo os detalhes sobre a motivação para não comprometer o andamento das investigações.
"Essa informação é um pouco delicada. Nós vamos manter o sigilo sobre isso por enquanto, até que a gente saiba realmente todas as circunstâncias do caso", afirmou.
Outro ponto investigado envolve mensagens enviadas pelo WhatsApp de Breno após o desaparecimento. Os familiares desconfiaram das respostas porque a maneira de escrever era diferente da utilizada habitualmente pelo professor.
Elias negou ter sido o responsável pelas mensagens e atribuiu a ação a outra pessoa. A polícia trabalha para identificar quem utilizou o aparelho e esclarecer se os contatos foram feitos para despistar os familiares.
A investigação também conta com imagens de câmeras de segurança e outros elementos técnicos que ajudaram a Polícia Civil a reconstruir os últimos movimentos do professor. A análise dos aparelhos celulares apreendidos deve contribuir para esclarecer a relação entre os envolvidos.
Preso temporariamente nesta quinta-feira, na região do Lago do Manso, Elias indicou aos policiais o local onde estava o corpo de Breno. A causa da morte ainda depende dos exames periciais.
A Polícia Civil segue investigando a motivação e a possível participação de outros envolvidos. Até o momento, não há confirmação de que vítima e investigado mantivessem relacionamento amoroso, nem de que o assassinato tenha sido efetivamente motivado por ciúmes.
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