MAQUININHA LELECO
Crime Bárbaro

Enfermeira foi encontrada sem cabeça e braço num poço em Sinop-MT

O corpo da enfermeira Zuilda Correia Rodrigues, de 43 anos, que estava desaparecida desde o dia 27 de setembro, foi encontrado, nesta terça-feira (8), em um rio e reconhecido pelo filho dela que acompanhava as buscas em Sinop, a 503 km de Cuiabá

08/10/2019 18h24
Por: Redação Hora News MT
Fonte: Folha Max
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O corpo da enfermeira Zuilda Correia Rodrigues, de 43 anos, que estava desaparecida desde o dia 27 de setembro, foi encontrado, nesta terça-feira (8), em um rio e reconhecido pelo filho dela que acompanhava as buscas em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Um policial militar, que não teve a identidade divulgada, foi preso suspeito de participação na morte.

Em depoimento, ele apontou o marido da vítima, Ronaldo da Rosa, como o mandante do crime. Ronaldo está foragido.

De acordo com a Polícia Civil, o militar estava afastado do cargo e trabalhava como entregador no espetinho de Ronaldo. Ele confessou o crime à polícia e disse que foi o responsável por ocultar o cadáver.

O policial militar afirmou que jogou o corpo de Zuilda em um bueiro, perto do centro de eventos municipal. Os policiais vasculharam o local por horas nessa segunda-feira (7).

Entretanto, o corpo só foi encontrado hoje, boiando em um rio que passa pelo município. Segundo a polícia, a vítima estava sem um braço e sem a cabeça.

O corpo da enfermeira foi encaminhado para exame no Instituto Médico Legal (IML). O marido de Zuilda foi quem registrou um boletim de ocorrência, no dia 28, relatando o desaparecimento da mulher na noite anterior.

À polícia, ele disse que encontrou a caminhonete dela com manchas que poderiam ser de sangue, além de fios de cabelo, indicando sinais de violência. Na denúncia feita à polícia, o marido informou que convivia com Zuilda há cerca de 10 anos.

Ele afirmou que passou no hospital onde ela trabalha para buscá-la após o término do plantão. Como ele está trabalhando com a venda de espetinhos, na região central da cidade, a deixou em casa por volta de 19h e voltou ao trabalho.

Mais tarde, como a mulher não apareceu no espetinho, ele retornou na residência para verificar o que havia ocorrido. Ronaldo constatou que a mulher e o veículo da família não estavam no local.

Com isso, ele relata no boletim de ocorrência que imaginou que ela poderia estar na igreja e retornou para o trabalho. Horas depois ele encontrou a caminhonete estacionada em frente da casa e trancada.

Ele disse ter entrado na casa, percebido que no quarto faltavam algumas roupas da mulher e dinheiro. E, então, afirmou ter pego a chave reserva, foi até o veículo e constatou sinais de manchas com sangue e fios de cabelo.

O marido disse ainda que estacionou a caminhonete no quintal e que o filho de Zuilda tentou achar o telefone dela e a localização apontou a própria casa da família, mas o aparelho não foi encontrado.

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