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Ferrovia

Ministros de Bolsonaro vêm a Mato Grosso para destravar ampliação de ferrovia

Os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Tarcisio de Freitas, de Infraestrutura, devem vir a Mato Grosso na semana que vem para participar de mais uma rodada de discussões sobre a extensão da malha ferroviária de Rondonópolis até o médio-norte do Estado, passando pela região metropolitana de Cuiabá.

19/09/2019 18h24
Por: Redação Hora News MT
Fonte: Olhar Direto
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Tarcisio de Freitas, de Infraestrutura, devem vir a Mato Grosso na semana que vem para participar de mais uma rodada de discussões sobre a extensão da malha ferroviária de Rondonópolis até o médio-norte do Estado, passando pela região metropolitana de Cuiabá. Além dos ministros de Bolsonaro, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes também deverá participar do encontro, que ocorrerá nas instalações do Complexo Intermodal de Rondonópolis (CIR). É o TCU quem dará o aval para o início das obras.

“É um tema relevante, de alto interesse do Estado, que é a extensão da Rumo de Rondonópolis a Nova Mutum, passando por Cuiabá. Nós vamos lá apoiar essa iniciativa e tentar convencer os ministros”, disse o governador em exercício, Otaviano Pivetta (PDT). Conforme apurou a reportagem, há possibilidade de o governador do Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) também participar da agenda.

Em junho, o ministro da Infraestrutura veio a Mato Grosso para conhecer as instalações do CIR, que é o maior terminal ferroviário de cargas da América Latina e que liga a região Centro-Oeste ao Porto de Santos, em São Paulo. Na ocasião, prometeu empenho do Governo Federal na agenda acima.

A chamada Ferrogrão, que concentrará a construção da Ferrovia Integração Centro-Oeste (Fico) e o prolongamento da Ferronorte, deverá passar por Cuiabá e ser estendida até Lucas do Rio Verde, totalizando 1.180 km de extensão.

Um projeto que confirma a viabilidade técnica e econômica da ferrovia foi elaborado pela Rumo e apresentado ao ministro no mês passado. Tarcísio não estabeleceu data para que obras sejam licitadas, mas disse que a expectativa é de que aconteça ainda este ano.

No entanto, toda a negociação depende, além do apoio político, do posicionamento de órgãos como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

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