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PolíticaMT Sem Consenso

Comissão atrasa definição de polêmico nome de ferrovia estadual

A falta de consenso novamente adiou a definição do polêmico nome da primeira ferrovia estadual.

17/10/2021 às 21h19
Por: Leandro Campos Fonte: Allan Mesquina/GD
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Foto: ALMT
Foto: ALMT

A falta de consenso novamente adiou a definição do polêmico nome da primeira ferrovia estadual. O projeto de autoria do deputado Wilson Santos (PSDB) entrou na pauta na sessão da última quarta-feira (13), mas a votação acabou sendo protelada para a próxima semana.


Na tribuna, o tucano justificou que o presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes na Assembleia Legislativa, Valmir Moretto (Republicanos), vai se reunir com lideranças comunitárias e empresariais na próxima segunda-feira (18) para debater o projeto, antes da votação em plenário.


"Fizemos um entendimento com o presidente da Comissão de Infraestrutura, Valmir Moretto, que vai receber e ouvir os representantes na próxima segunda-feira a tarde. Na terça-feira de manhã, ele vai apresentar um parecer definitivo para que possamos votar em plenário", ponderou.


A polêmica em torno do nome surgiu após a empresa Rumo Logística S/A, que vai executar o projeto, batizá-la de Olacyr de Moraes, em homenagem ao falecido "Rei da Soja". No entanto, a maioria dos parlamentares entende que a obra deve receber o nome do ex-senador Vicente Emílio Vuolo, que lutou em prol da ferrovia em Mato Grosso e faleceu sem ver a chegada do trem.


Na última semana, Valmir pediu vistas do projeto, o que acabou atrasando a tramitação da proposta. Já na quarta, mesmo que o texto fosse colocado em votação, não seria possível aprová-lo por falta de quórum.


Wilson lamentou a situação. Segundo o parlamentar, o projeto só deve ser apreciado na sessão marcada para o próxima terça-feira (19), as 17h00. "Tentamos de todas as formas que houvesse essa votação hoje, mas não foi possível. Quando se aproximava a votação do projeto não houve mais quórum. Quero que as lideranças possam escolher uma comissão de até 8 representantes no gabinete Valmir para discutir e dar um ponto final nesse assunto", finalizou.

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