Segundo o major Pablo Moura Machado, do Corpo de Bombeiros do Maranhão, as equipes passaram a trabalhar por quadrantes para garantir uma varredura minuciosa na área delimitada.
“Estamos fazendo metro por metro, centímetro por centímetro, para ter certeza que as crianças não estão ali”, explicou o major.
Cada quadrante tem cerca de 90 mil metros quadrados. Ao todo, são 45 quadrantes, dos quais 25 já foram totalmente vistoriados.
A estratégia foi definida com base em um triângulo formado pelo ponto onde as crianças saíram, o local onde roupas foram encontradas e onde um dos meninos foi visto pela última vez.
Para monitorar as rotas percorridas, os bombeiros e voluntários usam um aplicativo de geolocalização para mapear as rotas percorridas pelas equipes e localizar agentes ou voluntários caso alguém se afaste do grupo
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Um aplicativo de geolocalização é usado para mapear as rotas percorridas pelas equipes e localizar agentes ou voluntários caso alguém se afaste do grupo. — Foto: Reprodução/TV Mirante
Como são as buscas na região
Cerca de 500 pessoas participam das buscas, entre profissionais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Exército Brasileiro e voluntários.
Paralelamente às buscas, a Polícia Civil segue com as investigações para reunir informações que possam ajudar na localização de Ágatha e Allan. O Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA), ligado à Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, está em Bacabal desde domingo (11).
A equipe multidisciplinar do IPCA conta com psicólogo e assistente social, responsáveis por perícias psicológicas e sociais e por ouvir familiares das crianças.
Veja cronologia do caso
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Infográfico - Crianças desaparecidas no Maranhão — Foto: Arte/g1
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Ágatha Isabelle, de 6 anos e o Allan Michael, de 4 anos estão desaparecidos no Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante





