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Prefeito nega envolvimento com facções e diz que não cometeu crimes eleitorais

“Repudio veementemente qualquer tipo de associação com facções criminosas, bem como qualquer prática que vá contra os princípios democráticos, legais, morais e religiosas que sempre pautaram minha trajetória pessoal e política”, diz trecho da nota publicada.  

01/09/2025 às 15h47
Por: Leandro Campos Fonte: Gazeta Digital
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O prefeito de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá), Dr. Jonas, se defendeu das suspeitas que recaem sobre ele, após a Polícia Federal está investigando crimes eleitorais cometidos durante o pleito de 2024, além de possível, vinculo com facções criminosas.  

“Repudio veementemente qualquer tipo de associação com facções criminosas, bem como qualquer prática que vá contra os princípios democráticos, legais, morais e religiosas que sempre pautaram minha trajetória pessoal e política”, diz trecho da nota publicada.  

O gestor ainda afirma que nunca manteve qualquer vínculo, direto ou indireto, com organizações criminosas e que também não autorizou ou solicitou qualquer apoio ilícito durante o processo eleitoral. “Coloco-me à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários, confiando plenamente na Justiça e na transparência da investigação”, completa.  

Drº Jonas alegou ainda que estão tentando vincular o seu nome a atividades criminosas, mas que a justiça prevalecerá.   “Reitero meu compromisso com a legalidade, com o respeito às instituições e com o povo que confia no meu trabalho. Agradeço às manifestações de apoio e confiança neste momento e sigo firme na defesa da verdade e da justiça”, finaliza a nota.  

A Polícia Federal deflagrou as operações Tolueno e Diobélia na sexta-feira (28), onde cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao prefeito.   Um dos alvos era o coordenador da sua campanha durante a última disputa eleitoral, o ex-prefeito da cidade, Clóvis Damião Martins.    

De acordo com as informações divulgadas pela PF, a primeira operação, batizada de Diobélia, foi deflagrada com base em denúncias de que duas pessoas estavam comprando votos em nome do então candidato a prefeito da cidade. Dinheiro de facção   Já a segunda operação é a Tolueno, que também investiga crime eleitoral no pleito de 2024. Nesse caso, são cumpridos dois mandados de busca e apreensão.  

A PF apura denúncia de que a campanha do candidato foi financiada por uma organização criminosa atuante na cidade. Foi constatado, durante a apuração, que o líder da organização efetuou pagamentos para um evento realizado em favor do candidato.

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