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Polícia Inimigo Íntimo

Mãe põe câmera em casa e descobre que padrasto estuprava filha de 7

Mulher colocou uma câmera de segurança na quitinete e saiu para trabalhar. Ao chegar do trabalho, viu o padrasto mostrando o pênis para a criança.

16/11/2020 21h04
Por: Redação Hora News MT Fonte: Repórter MT
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Padrasto de 34 anos é preso em flagrante no bairro Areão, em Cuiabá, por estuprar a enteada de 7 anos. O crime foi denunciado pela mãe de uma menina, que desconfiada, no sábado (14), colocou uma câmera de segurança na quitinete em que a família mora e visualizou o acusado mostrando o pênis para a criança. 

 

De acordo com informações, a mulher colocou a câmera e saiu para trabalhar já que por meio de um aplicativo no celular, sincronizado com a câmera, conseguia acompanhar tudo o que acontecia na casa. Algumas horas depois, ela percebeu que a câmera foi desligada e, então, pediu para um vizinho ir até a residência ver se estava tudo bem.

O vizinho foi até o local e viu o marido da mulher deitado e pelado na cama, e a filha estava no outro quarto. Como estava próximo do almoço, a mãe foi para casa e verificou as últimas imagens que a câmera tinha gravado. A mulher então visualizou o marido saindo do quarto da filha, com o pênis ereto e mostrando para a criança.

Quando percebeu que foi flagrado, o acusado pegou o chip da câmera e fugiu. Ao conversar com a criança, ela contou que o padrasto tirou a coberta e tentou estuprá-la. A menina também disse que estava com dores na vagina.

 

Após ouvir o relato, a mãe acionou a Polícia Militar, que foi até o local e iniciou as buscas pelo estuprador. Ele foi localizado ainda no bairro, mas o chip da câmera não foi encontrado e negou ter roubado o cartão de memória da câmera.

O acusado foi encaminhado para o Plantão de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Sexual, no bairro Planalto, interrogado pela delegada de plantão e preso em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

A Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) vai investigar o caso.

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