
O Palácio Paiaguás vê potencial e boas perspectivas eleitorais no projeto de candidatura à sucessão estadual do vice Otaviano Pivetta, do Republicanos, reconhecendo-o como competente, trabalhador, visionário e estadista. Mas, por outro lado, aponta obstáculos que precisam ser superados por ele.
Na avaliação de mauristas, aqueles correligionários da cozinha do governador Mauro Mendes, Pivetta, se quiser ganhar o Paiaguás nas urnas, terá de, desde já, circular mais pelos municípios, construir relacionamento político com diferentes lideranças, servidores e outras classes, e se abrir para composições partidárias.
Entendem que, mesmo contando com o poder da máquina, não se reconquista o poder explorando apenas o legado construído até aqui pelo governo e se limitando à atuação técnica do chamado "fazimento", como se autodefine Pivetta, que irá assumir de vez o comando do Estado a partir de março, com a renúncia de Mauro para concorrer ao Senado.
Ademais, precisa cair no chamado "gosto popular" e "decolar" nas pesquisas para não correr risco de ser "atropelado" por nomes da oposição a um governo que vai completar oito anos no poder.
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