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Técnicos da UFMT param atividades por um dia para pressionar governo federal a atender reivindicações

Mobilização segue movimento nacional de paralisação por um dia, nesta terça-feira (11)

11/03/2025 às 15h08 Atualizada em 11/03/2025 às 19h05
Por: Guilherme Paulo Fonte: Por g1 MT
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UFMT campus Cuiabá — Foto: UFMT
UFMT campus Cuiabá — Foto: UFMT

Os técnicos administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) suspenderam as atividades nesta terça-feira (11) em adesão ao Dia Nacional de Paralisação, convocado pela Fasubra-Sindical.

A paralisação foi aprovada em assembleia geral realizada na sexta-feira (21).

Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores Técnico Administrativos da UFMT (Sintuf-MT) informou que o movimento foi organizado para pressionar o governo federal para o cumprimento integral do acordo de greve.

“A adesão massiva da categoria é fundamental para pressionar o governo e garantir que os compromissos assumidos sejam honrados”, diz trecho da nota.

Entre as reivivdicações da categoria estão:

Aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2025;

Modificação da Medida Provisória 1286/2024 com as emendas negociadas pela Fasubra junto a parlamentares;

Garantia da jornada de trabalho de 30 horas semanais para todos os técnico-administrativos, sem redução salarial;

Conclusão das iniciativas dos Grupos de Trabalho previstos no acordo de greve.

Segundo o sindicato, o reajuste salarial dos servidores técnicos, conquistado durante a greve de 2024, permanece sem previsão de pagamento devido à falta de aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 pelo Congresso Nacional. O aumento, previsto para entrar em vigor em janeiro de 2025, ainda não pôde ser implementado, pois alteraria o orçamento vigente.

Atualmente, os servidores continuam recebendo os salários conforme o orçamento de 2024, sem o reajuste acordado. Durante a paralisação de 2024, foi aprovado um aumento de 9% a partir de janeiro de 2025, seguido por um acréscimo adicional de 5% em abril de 2026. No entanto, a implementação dessas correções depende da aprovação da LOA pelo Legislativo.

A Sintuf reforçou ainda a importância da mobilização e destacou que continuará acompanhando os desdobramentos da paralisação, mantendo a categoria informada sobre os próximos passos da mobilização nacional.

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