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Polícia Cuiabá

Antes de execução, assassinos quebraram garrafa de cerveja na cabeça de subtenente

nvestigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que os assassinos quebraram uma garrafa de cerveja na cabeça do subtenente Everaldo Rodrigues Alves, 46 anos, antes de executá-lo.

04/09/2020 13h39
Por: Redação Hora News MT Fonte: Hiper Notícias
Reprodução
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Investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que os assassinos quebraram uma garrafa de cerveja na cabeça do subtenente Everaldo Rodrigues Alves, 46 anos, antes de executá-lo. 

A execução do militar foi registrada na madrugada de sábado (29), no bairro Pedra 90, em Cuiabá. A vítima foi a uma distribuidora com a sua companheira, ainda não identificada. Em seguida, três homens teriam “mexido” com a jovem. Everaldo não teria gostado do suposto assédio e discutido com os assassinos.

 
 

Ele teria entrado em luta corporal com os criminosos e durante o desentendimento, Ivo Rogério Pereira da Silva, apontado como o executor do militar, quebrou uma garrafa na cabeça de Everaldo.

Na sequência, a vítima teria se desequilibrado e ao tentar se levantar foi seguro por Wesley Maicon Pedroso, 31 anos, conhecido como “Magrão”, e Wagner da Cunha Ribeiro, conhecido como “Magrinho”. Além disso, os assassinos teriam tomado a arma do subtenente.

Com a vítima imóvel, Ivo atirou oito vezes na cabeça de Everaldo. O subtenente não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A morte foi confirmada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Após a constatação da morte, policiais do 24º Batalhão saíram em rondas e conseguiram prender Magrão em flagrante. Já na terça-feira (1), Magrinho se apresentou à Polícia Civil.

Na quinta-feira (3), em uma ação conjunta da Polícia Militar e a Polícia Civil foi possível prender Ivo em um sítio localizado na cidade de Jangada (70 km de Cuiabá). A reportagem registrou o momento em que ele chegou à delegacia. O homem não quis falar com a imprensa. A suposta arma do crime também foi apreendida. 

Apesar de as investigações serem presididas pelo delegado Caio Albuquerque, Ivo foi ouvido pelo delegado Olímpio da Cunha Fernandes Júnior. O conteúdo da oitiva não foi divulgado à imprensa.

Um inquérito policial (IP) foi aberto para investigar o crime. Por se tratar de investigados presos, a Polícia Civil tem 10 dias para finalizar o procedimento. Caso se não seja possível, a prisão dos envolvidos poderá ser relaxada.

 

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