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Crime Bárbaro

Em nova oitiva, assassino que arrancou o coração da tia confessa crime e diz que não se arrepende

“Eu matei ela mesmo, não me arrependo de ter matado, ela mereceu morrer!", disse Lumar

10/07/2019 23h25
Por: Redação Hora News MT
Fonte: Portal Sorriso
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Na tarde desta quarta-feira (10), Lumar Costa da Silva, 28 anos, que matou e arrancou o coração da tia Maria Zélia Cosmos, 55 anos, foi ouvido novamente pelos investigadores da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Polícia Judiciária Civil de Sorriso. Segundo os investigadores, em seu depoimento, o rapaz disse que estava sob influência de drogas quando cometeu o crime. “Com a nova oitiva, a Polícia Civil pretende que ele exponha os motivos da agressão e desse fato macabro que ele cometeu. Chegando aqui na delegacia ele estava tranquilo. Ao mesmo tempo em que ele parece lúcido ele fala que o universo controla ele. O que dá entender realmente é que ele, no momento do ato, estaria sob efeito de drogas e também sob influência de algum problema psíquico que só especialistas para saber melhor”, disse Márcio Coutinho, investigador da DHPP.

Em entrevista à imprensa, Lumar confessou o crime e disse não estar arrependido do que fez. “Eu matei ela mesmo, não me arrependo de ter matado, ela mereceu morrer! Ela estava me sacaneando, me chamando de veado, de drogado e eu só queria paz. No dia eu tinha tomado LSD (droga sintética), e não tinha planejado nada, foi acontecendo”, disse Lumar que ainda relatou que ouve vozes do universo “eu ouço o universo, ele fala comigo sempre. No dia ele disse “mata ela logo, ela tem que morrer”. Ainda, no meio da entrevista, Lumas falou de sua mãe:  “a minha mãe é um demônio aquela praga, ela me batia, me enforcava, me expulsava de casa. Antes de vir para Sorriso eu briguei com ela por conta de uma música. Ela pegou facão e quis me matar. Eu devia ter matado aquela desgraçada por tudo que ela fez pra mim”, disse Lumar.   

Depois de ser ouvido pelos investigadores, Lumar foi levado de volta para o CRS (Centro de Ressocialização de Sorriso), onde permanece preso em cela separada dos demais detentos.

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